Participe do desenvolvimento da modalidade, aderindo ao Grupo criado para esse fim:
Página inicial do grupo: http://br.groups.yahoo.com/group/trivioletra
E-mail do grupo: trivioletra@yahoogrupos.com.br
21
D escalça, branco encanto // corpo-lua transparente // a Artemisa (2)
I lusão, coral, soprano // na estrela do mar // - perdi o juízo (4)
V ozes ensolaradas // do grave ao agudo // canto santo encanto! (1)
A sas em sustenido // no alto da montanha // abraçam o mundo (3)
S ilêncio // aqui e acolá // piano, flauta, violino, harpa (5)
N a brisa a diva zarpa nua // tonítruo // zéfiro romboedro. (6)
V ento // leve aos quatro cantos // o acalanto das sereias. (7)
Vania de Castro (TE) 1, 3, 5, 7
Marco Bastos 2, 4, 6
22
DE_CANTO - Versão 3
D espiu-se // entregou-se // gozou (5)
E ntre ácaros e acasos // em cofres caros // e casos (1)
D espiu-se // entregou-se // gozou (5)
E ntre ácaros e acasos // em cofres caros // e casos (1)
-
C éu de prata // noite alta // serenata - o
canto encanto (3)
A o acaso solto // lua no rosto // por acaso
(2)
N em tanto // a terra ou mar // melhor o céu
(4)
T anto faz // todo o encanto // está no canto
(7)
O utrora inacabados// diversos sentidos// em
linhas franzidas. (6)
Marco Bastos (TC) 1, 3,
Marcia Portella 2,
Teca Miranda 4, 6
Eliana Silveira Da
Pieve 5, 7
23
DE_CANTO - Versão 2
D espiu-se // entregou-se // gozou (5)
E ntre ácaros e acasos // em cofres caros //
e casos (1)
-
C éu de prata // noite alta // serenata - o
canto encanto (3)
A o acaso solto // lua no rosto // por acaso
(2)
N em tanto // a terra ou mar // melhor o céu
(4)
T oco o céu // lua de seda // bordo
sonhos (6)
O utrora inacabados // diversos sentidos //
em linhas franzidas. (7)
Marco Bastos (TC) 1, 3,
Marcia Portella 2, 6
Teca Miranda 4, 7
Eliana Silveira Da
Pieve 5
Interativo: Para quem quiser interagir na composição desse poema. Mande email: marcobastos2001@yahoo.com.br ou acrescente os trívioletras individuais como comentário, aqui ou na minha página do facebook. Escreva para uma letra do acróstico ainda vazia.
24 / 25 / 26
complementam as versões 2 e 3
DE_CANTO
– Versão 1
D entre lembranças bem
guardadas // joias raras // sobrevivem (5)
E entre ácaros e
acasos // em cofres caros // e casos
(1)
_
C éu de prata // noite
alta // serenata - o canto encanto (3)
A o acaso solto // lua
no rosto // por acaso (2)
N em tanto // a terra
ou mar // melhor o céu (4)
T oco o céu // lua de
seda // bordo sonhos (6)
O utrora inacabados //
diversos sentidos // em linhas franzidas (7)
Marco
Bastos (TC) 1, 3, 5
Marcia
Portella 2, 6
Teca
Miranda 4, 7
DE_CANTO
- Versão 2
D espiu-se //
entregou-se // gozou (5)
E ntre ácaros e acasos
// em cofres caros // e casos (1)
-
C éu de prata // noite
alta // serenata - o canto encanto (3)
A o acaso solto // lua
no rosto // por acaso (2)
N em tanto // a terra
ou mar // melhor o céu (4)
T oco o céu // lua de
seda // bordo sonhos (6)
O utrora inacabados //
diversos sentidos // em linhas franzidas. (7)
Marco
Bastos (TC) 1, 3,
Marcia
Portella 2, 6
Teca
Miranda 4, 7
Eliana
Silveira Da Pieve 5
DE_CANTO
- Versão 3
D espiu-se //
entregou-se // gozou (5)
E ntre ácaros e acasos
// em cofres caros // e casos (1)
-
C éu de prata // noite
alta // serenata - o canto encanto (3)
A o acaso solto // lua
no rosto // por acaso (2)
N em tanto // a terra
ou mar // melhor o céu (4)
T anto faz // todo o
encanto // está no canto (7)
O utrora inacabados//
diversos sentidos// em linhas franzidas. (6)
Marco
Bastos (TC) 1, 3,
Marcia
Portella 2,
Teca
Miranda 4, 6
Eliana
Silveira Da Pieve 5, 7
DE_CANTO
- Versão 4
D espiu-se //
entregou-se // gozou (5)
E ntre ácaros e acasos
// em cofres caros // e casos (1)
-
C éu de prata // noite
alta // serenata - o canto encanto (3)
A o acaso solto // lua
no rosto // por acaso (2)
N em tanto // a terra
ou mar // melhor o céu (4)
T oco o céu // lua de
seda // bordo sonhos (6)
O uço a vida// respira
em minha nuca// um tanto de ti. (7)
Marco
Bastos (TC) 1, 3,
Marcia
Portella 2, 6
Teca
Miranda 4
Eliana
Silveira Da Pieve 5
Sueli
Fajardo 7
DE_CANTO
- Versão 5
D espiu-se //
entregou-se // gozou (5)
E ntre ácaros e acasos
// em cofres caros // e casos (1)
-
C éu de prata // noite
alta // serenata - o canto encanto (3)
A calanto // sem
sossego // rios cheios (2)
N em tanto // a terra
ou mar // melhor o céu (4)
T anto faz // todo o
encanto // está no canto (7)
O utrora inacabados // diversos sentidos // em linhas franzidas. (6)
Marco
Bastos (TC) 1, 3,
Jorge
Luis Ordonez 2
Teca
Miranda 4, 6
Eliana
Silveira Da Pieve 5, 7
27
M uda da muda se_mente // vê no horizonte // frondosa árvore (4)
U nha encravada // incomoda. Correndo // vai-se mais longe (5)
D e meu, só o suspiro // sigo adiante // caminho e caminhante (3)
A perto mudo. // A dor aguda anda certo // - com pé torto (6)
N a estrada, malas, caminhão e cusco// tudo muda// que cheguem bem! (2)
Ç oisa estranha // desconforto // peso morto (1)
A gora é brisa. // Sorriso (frouxo) // de Mona Lisa. (7)
B risa do mundo // pé de jequitibá // - perdizes e raízes. (8)
A água brilha na roda // respinga-se-molda // ou transborda (9)
Eliana da Pieve (TE), 1, 3, 5, 7, 9
Marco Bastos 2, 4, 6, 8
V ai-te, arde o peito // penar não há-de // o verso explode (2)
O lhar encantado // colibri // poeta fala o que não diz (6)
A lumbra // (- se) engole estrelas // brilha ao vento (5)
S e voasse qual poesia // andorinha // pr´uma casa de farinha (1)
S e viesse, se moesse // a duras penas // largos horizontes (3)
E meus olhos desprendem-se // insensato voo // queda muda (4)
N ada de parede em casa de farinha // eis o verso // da andorinha (7)
F osse livre quanto pensa // transgredia // qual poesia (8)
Marco Bastos (TE) 1, 3, 7
Eliana Da Pieve 2, 5, 8
Teca Miranda 4
Ulisses Silva 6
28
VOASSE - Versão 1
V ai-te, arde o peito // penar não há-de // o verso explode (2)
O lhar encantado // colibri // poeta fala o que não diz (6)
A lumbra // (- se) engole estrelas // brilha ao vento (5)
S e voasse qual poesia // andorinha // pr´uma casa de farinha (1)
S e viesse, se moesse // a duras penas // largos horizontes (3)
E meus olhos desprendem-se // insensato voo // queda muda (4)
N ada de parede em casa de farinha // eis o verso // da andorinha (7)
F osse livre quanto pensa // transgredia // qual poesia (8)
Marco Bastos (TE) 1, 3, 7
Eliana Da Pieve 2, 5, 8
Teca Miranda 4
Ulisses Silva 6
Interativo: Para quem quiser interagir na composição desse poema. Mande email: marcobastos2001@yahoo.com.br ou acrescente os trívioletras individuais como comentário, aqui ou na minha página do facebook. Escreva para uma letra do acróstico ainda vazia.
29
VOASSE - Versão 2
V oa andorinha, voa // versos, versos // do bico aos corações (2)
O lha, olha andorinha // lá de cima da árvore // letras no chão (4)
A ndorinha, vai e voa // pro teu inverno // - forno coração (3)
S e voasse qual poesia // andorinha // pr´uma casa de farinha (1)
S e, e tudo fosse como agora // verão // versos de montão (5)
E ntre versos // leves e soltos // conteúdo, capa e contracapa! (6)
S e, e tudo fosse como agora // verão // versos de montão (5)
E ntre versos // leves e soltos // conteúdo, capa e contracapa! (6)
Marco Bastos (TC) 1, 3, 5
Vania de Castro 2, 4, 6
Vania de Castro 2, 4, 6
30
F az de conta, jardins, ventres livres// flor do óleo // bebendo um golfo.(5)
L írios e tulipas // pupilas coloridas // no mar ou na esquina (4)
O ntem só deserto // hoje duas flores // Aladim a beira-mar (3)
R osas amarelas // pupilas tão lindas // nas ilhas do(i)s mares (2)
A_Dubai // outra vez umas tulipas // em Bar_hein!? (1)
T empos e flores // templos e sabores // sonhos possíveis! (6)
A libabá com Aladim // vem tudo // da vendinha do Salim. (7)
Marco Bastos (TE) 1, 3, 5, 7
Vania de Castro 2, 4, 6
Gostei muito, Vania. Parabéns à você, extensivos ao outro autor. rsrs. bjs.
ResponderExcluirMárcia Portella, Teca Miranda, Eliana Da Pieve. Relendo agora de manhã essa beleza de poema. Parabéns. Bela aventura. rsrs.
ResponderExcluirMarco, muito obrigada. Para mim foi mesmo uma bela - e grande - aventura. Márcia Portella, Teca Miranda, obrigada pela companhia. Meu nome junto ao de vocês me enche de orgulho. Eliana Da Pieve
ResponderExcluirAlguns comentários no Facebook:
ResponderExcluirhttps://www.facebook.com/marco.bastos.921?ref=tn_tnmn#!/photo.php?fbid=10151382623090922&set=a.102352005921.94588.682840921&type=1&theater
Você, RZorpa Ruimonti, Sueli Fajardo, Miriade Lufague e outras 6 pessoas curtiram isso..
Marco Bastos Parabéns, e foi legal escrever um Trívioletra. Como viram, é bastante simples. bjs.
Sexta às 22:25 · Curtir..
Regina Lyra Ficou muito bom. Beijos!
Sexta às 23:57 · Curtir (desfazer) · 1..
Miriade Lufague Uma linda expressão poética a exprimir sentimentos,sensações. Valeu mestre.
Ontem às 21:11 · Curtir (desfazer) · 2..
Marco Bastos Obrigado aos amigos que escreveram, que curtiram, que comentaram. Ficou mesmo muito bonito. Toda vez que leio um trívioletra como esse, fico intrigado com a capacidade de integração da mente humana - coisas à primeira vista desconexas, não lineares, que vão se harmonizando e ganhando beleza poética. No conjunto as mensagens calam fundo. abraços.
há 11 minutos · Curtir..
RZorpa Ruimonti Ao talento, tudo parece simples! Abraços
há ± um minuto · Curtir
DE_CANTO : Na ânsia de escrever as versões se multiplicando. Organizei essas duas versões, mas há ainda outras duas a organizar. Em tempo real, os versos foram caindo, cada qual escolhendo suas letras e completando o acróstico do poema. Essa vontade, essa disposição é poesia viva, coisa linda, como repente de viola sob a lua, espontânea como roda de samba.
ResponderExcluirV oa andorinha, voa // versos, versos // do bico aos corações (2)
ResponderExcluirVania de Castro 2
VOASSE - Versão 2
ResponderExcluirV oa andorinha, voa // versos, versos // do bico aos corações (2)
O
A ndorinha, vai e voa // pro teu inverno // - forno coração (3)
S e voasse qual poesia // andorinha // pr´uma casa de farinha (1)
S
E
Marco Bastos (TC) 1, 3
Vania de Castro (2)
O lha, olha andorinha // lá de cima da árvore // letras no chão (4)
ResponderExcluirEntre versos // leves e soltos // conteúdo, capa e contracapa! (6)
ResponderExcluir